A indicação de passeio para o final de semana de hoje é o Templo Zu Lai, um cantinho cheio de paz nesse caos que é São Paulo.

Conheci em 2015 dias antes de embarcar para o intercâmbio na Itália. O dia estava nublado e garoou um pouco, mas, nada impediu a gente (eu e o Erik) de curtirmos uma manha bem gostosinha no espaço.

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O Templo Zu lai é gigantesco e monumental, é um dentre muitos templos do Monastério Fo Guang Shan espalhados pelo mundo. Tem suas raízes no Budismo Maaiana, cuja tradição enfatiza que a natureza búdica está ao alcance de todos. Seus praticantes empenham-se em aplicar os ensinamentos do Buda no cotidiano, advindo daí a denominação de Budismo Humanista.

Claro que por ser um espaço religioso tem algumas regras que são imprescindíveis: não é permitido animais de estimação, decotes ou bermudas, não se pode beijar, abraçar ou qualquer contato intimo. Confira a lista toda para não passar vergonha!

Dentro do espaço existem jardins, o mais famoso é com certeza o Jardim dos 18 Arhats que fica bem na entrada. é bem interessante conhecer a história do espaço antes de visitar, as feições das estátuas despertam muita curiosidade em entender e as vezes não temos plaquinhas com qualquer informação.
Como lição de casa clica nesse link e descubra um pouco mais sobre o Jardim dos 18 Arhats.

O lugar possui uma biblioteca gigante que podemos conferir artigos budistas impressionantes!

Além das atividades em curso, o Templo Zu Lai empenha-se nas seguintes realizações futuras: centros meditação, clínica móvel, creche, casa de repouso, dentre outros eventos que podem acontecer – é só ficar ligado na agenda.

Pra chegar no Templo Zu Lai nao tem erro, quem não quer dirigir pode pagar uma taxa de 15,00 reais e tem garantido por um fretado autorizado ida e volta para São Paulo partindo da R. Dr. Rodrigo Silva, ao lado da loja Ikesaki próximo a Estação Liberdade do Metrô, mas só funciona aos domingos.

O endereço é Estrada Municipal Fernando Nobre, 1461 – Parque Rincão, Cotia, o estacionamento é gratuito. Sobre o horário de funcionamento altera de acordo com a data, então é mais fácil clicar aqui e descobrir.

Se você for, não esquece de compartilhar aqui nos comentários o que achou do local!

Primeiramente não confunda manga bufante com manga “flares” ! O que a caracteriza é esse volume todo finalizando com um elástico, como um balão. Fácil ?

Originárias do seculo XIX – Vitoriana. O que a principio era do guarda-roupa masculino, onde representavam poder e masculinidade favorecendo uma silhueta geométrica com ombros exageradamente largos com uma inspiração originaria da Turquia e do Oriente Médio: O dólmã, uma sobreveste solta como uma capa, tinha mangas feitas com as dobras dos próprios tecidos.

 

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Foi só em 1830 que ela se popularizou recebendo o nome em francês de manche gigot, que em português vai nos dar a “manga presunto” e foi nessa época que apareceu no armário feminino com seu ar mais romântico, rompendo um elo com a era neoclássico.

O Romantismo defendeu a liberação das emoções do homem em detrimento de todo racionalismo iluminista anterior, que limitava as emoções e a criatividade (fonte).

Românticas e contemporâneas as mangas bufantes são versáteis em qualquer ocasião.

As mangas bufantes podem ser bem versáteis e contemporâneas, elas me lembram muito o estilo Blair Waldorf, uma coisa meio lady like, girlie como preferir denominar.

Não gosto de pensar que na moda exista um tabu, mas existem pontos que podemos ter mais atenção buscando sempre a harmonia da composição. A palavra de ordem é equilíbrio! Observe bem o volume e tente mantem proporções. Isso não é uma regra, claro que não! Mas para quem tem medo de arriscar essa é uma boa dica.

As mangas bufantes podem aparecer de formas mais fluidas e leves dependendo da estação do ano e ficam bem com qualquer outra peça, depende da proposta e ocasião. Moda é arte e personalidade tudo é valido!

Foram muito comuns nos anos 70, então, aconselho dar um pulo em brechós ou no guarda-roupa da mãe, avó. Aproveita e compartilha o post com elas, já deixa a indireta de uma visita nada interessada.

 

 

Sou daquele tipo de pessoa que troca um bloquinho de carnaval por uma tarde na Pinacoteca, e mesmo depois não me arrependo!

Estava disposta a curtir esse carnaval mas, uma serie de acontecimentos me impediram. No último final de semana do feriado optei por não ir aos blocos, não era um bom dia para tumulto, queria um cadinho de paz, e foi lá na Pinacoteca que encontrei! Acreditem se quiser, mas foi minha primeira vez!

Antes tarde – ops! Arte – do que nunca! A Pinacoteca de São Paulo é um museu de artes visuais com ênfase na produção brasileira do século XIX até a contemporaneidade. Fundada em 1905 pelo Governo do Estado de São Paulo é o museu de arte mais antigo da cidade.

Ela está instalada no antigo edifício do Liceu de Artes e Ofícios, projetado no final do século XIX pelo escritório do arquiteto Ramos de Azevedo, que depois passou por uma ampla reforma com projeto do arquiteto Paulo Mendes da Rocha no final da década de 1990.

PINACOTECA CAOS ARRUMADO

Uma das salas que mais chamou minha atenção na Pinacoteca, era toda espelhada a céu aberto, causando um efeito óptico único!

A arquitetura me lembra alguns prédios da Itália e talvez tenha relação, afinal mesmo tendo sido a região sul que primeiro recebeu os imigrantes italianos, foi a região sudeste que recebeu o maior número de imigrantes oriundos da Itália.

Isto se deve ao processo de expansão das fazendas de café, no Estado de São Paulo. Já repararam como nossas maiores relíquias tem características marcantes que recordam o pais Europeu?

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O local tem um estacionamento pequeno gratuito, mas indico ir de metro e descer na estação da Luz que fica na porta da Pinacoteca. Aos sábados a entrada é gratuita (sorte a nossa né?) mas não se preocupe, nos outros dias o valor é de 6,00 reais, funciona de Quarta a Segunda (ou seja terça é dia e folga).

Programe-se porque: o acervo da Pina é maravilhoso e me deu o privilégio de ver de pertinho algumas obras de Tarsila do Amaral e as bandeirinhas de Alfredo Volpi (no meu ultimo semestre de historia da Arte tive uma professora incrível que fez com que me interessasse ainda mais por esses dois artistas).

Além do acervo fixo conta com exposições temporárias, você pode conferir a programação clicando aqui. Não preciso nem comentar que a ala Arte no Brasil foi a que me ganhou né?

O dia rendeu boas fotos mesmo em um curto espaço de tempo, ficamos das 16:30 até as 18:00 horário de fechamento. Não deu tempo nem para um café. Esse é claramente um dos lugares que quero voltar logo, terminar de conhecer o local.

Eu não sei o que pretendem fazer no final de semana, mas essa é uma das minhas maiores indicações, para todos os gostos e idades! E não precisa “entender” de arte, arte é para sentir, é frio na espinha sabe? Arte é a forma mais bela de comunicação, singular e muito particular.
Então conta para mim se você já conhecia a Pinacoteca e como foi sua visita aqui nos comentários, compartilha esse post e marca azamiga que vão colar no role com você.

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