Jeans é jeans meu amor. Básico em qualquer guarda roupa possibilita uma infinidade de combinações.
O material que teve sua origem na França em Nines – o que depois abreviou Denim – tinha como objetivo servir para uniformes de operários por conta de ser um tecido robusto, durável e mega resistente. Hoje o jeans alem de democrático é transmite personalidade com a quantidade de estilos e modelagens possíveis.

Visando sempre uma moda mais criativa e menos volúvel a gente sempre trás alguma idéia de upcycling aqui para o blog. Dessa vez são 3 idéias para repaginar seu velho companheiro jeans acentuando nossa personalidade ao invés de uniformizar todo mundo como antigos operários da França.

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++ PLUMAS

Acho que foi a forma que mais me identifiquei. Comuns no carnaval ou até em festas, naqueles kits de 15 anos. A idéia é colocar na barra e ainda incrementar com patches e ou pinturas. Por que se é para causar que seja toda glamorizada né?

++ SEGURA ESSA BARRA

Comentei em outro post como as barras das calças podem mudar o visual como um truque de stylist. Aqui cabe detonar, mudar mesmo. Cortar a parte da frente e deixa-la assimétrica, criar fendas e desfiar na sua flare ou apenas desfiar mesmo! O importante é ser criativo, como na imagem com a bandana amarradinha.

 

Jeans é um classico. Nao importa o role, vai de jeans que o close é certo!

 

++ OLHA O RECORTE

Um recorte bem planejado pode trazer vida a uma peça mais comum. Nos joelhos com frases, na cintura com uma idéia mais sexy ou utilizando esses anéis com ar de anos 70. Bons recortes são ousados e descolados. Sou adepta fervorosa mesmo.

Existem outras mil formas de repaginar seu jeans, com patches, pins, glittler e bordados. Da para fazer em casa ou contratar empresas que possam suprir a necessidade – indico a balm inclusive falei delas nesse post aqui. Por uma moda que nos represente, cheia de personalidade eu incentivo essa idéia.

Tem alguma outra proposta? Conta nos comentários vou adorar saber.

As gêmeas Olsen  Mary-Kate e Ashley Fuller Olsen são, começaram a trabalhar cedinho na televisão, aos nove meses de idade, interpretando a Michelle Tanner, na série Full House (3 é demais, aqui no Brasi que vive passando no SBT para minha felicidade) e desde então não pararam mais. Cresceram em Hollywood, de frente para as câmeras (todos aqueles filmes da sessão da tarde que da uma nostalgia gostosa) e com isso conquistaram uma fortuna avaliada em mais de 410 milhões de dólares juntas. Hoje abdicaram a carreira de atriz para seguir uma outra paixão, que sempre esteve ali no backstage, MODA! 

Os rostinhos mais queridos dos anos 90 cresceram e viraram ícones fashionistas, cheias de atitude, charme e carão. Deixaram de lado todo estrelato para brilhar no mundo do varejo. Com garra, faro econômico e muito bom gosto, hoje as irmãs que colecionam VHS em que foram protagonistas colecionam etiquetas de roupas que lançam. 

As gêmeas Olsen continuam estampando revistas de moda, mas hoje o destaque são suas criações.

Atualmente moram em NY e são donas da companhia Dualstar e tem uma linha de roupas para meninas com idades entre 4 à 14 anos em lojas do Wal-Mart nos EUA, bem como uma linha de beleza chamada “Mary-Kate and Ashley: Real fashion for real girls” (Mary- Kate e Ashley: Moda real para as meninas reais”, em português). As Olsen também lançaram sua própria grife de alta costura, “The Row“, em homenagem a Savile Row (que é um museu de ternos), em Londres. A The Row nasceu em 2006, enquanto Ashley e Mary-Kate estavam na Universidade de NovaYork e se deram conta do poder de seu estilo pessoal que eram um ‪#‎gritofashion, (desde crianças, aliás, tinham liberdade para escolher os próprios looks). Não é de espantar, que tenham sido eleitas as designers femininas do ano de 2012 pelo CFDA. Além do talento, em 2007 elas lançaram “Elizabeth & James”, uma coleção contemporânea inspirada por muitos de seus achados únicos vintage e peças em seus armários pessoais. Elas seguem as tendências e têm preço médio; a linha de jeans ‘Textile Elizabeth and James’ e a ‘Olsenboye’, voltada para consumidores mais jovens, são vendidas apenas na JC Penney, gigante entre as lojas de departamento americanas e uma linha de camisetas chamada ‘StyleMint’ que funciona apenas na internet. Em 2008, as irmãs publicaram o livro “Influence“, uma compilação de entrevistas com muitas das pessoas mais proeminentes no campo da moda. Em 7 agosto de 2013 as gêmeas lançaram uma nova linha de moda em Oslo, Noruega. O nome delas não aparece nas etiquetas e elas não estão nas campanhas publicitárias. Seguem uma filosofia low profile, inspirada na estilista Phoebe Philo, cool por excelência, e todas as coleções que fazem são construídas unicamente com foco nas roupas.

Por trás do glamour as gêmeas Olsen usufruem de peças garimpadas cheias de autenticidade.

Donas de um estilo único, são consideradas pioneiras no estilo homeless (mesmo sabendo que a primeira aparição aconteceu no desfile da japonesa Rei Kawakubo da Commes des Garçons nos anos 80. Esse desfile chocou Paris que esperava alta costura e não peças furadas e de tecidos low#babado), a modinha “sem-teto” roupas rasgadas, sobreposições, peças largas e pesadas, tecidos com aspecto de podrinho e puídas. 
O estilo, muitas vezes referidos por jornalistas de moda como “ashcan” ou “boêmio-burguês“, é semelhante ao estilo boho-chic popularizado na Grã-Bretanha por Kate Moss e Sienna Miller. O look é composto por óculos oversized, botas, blusas soltas, tricôs, meias, franjas, lenços e saias fluidas, jeans, acessórios. Bem #TRASHO estilo ainda apareceu nos anos 200 em um desfile de John Galliano tal trouxe esse visual “pobrinho” para as peças da grife Dior e atraiu muitos olhares para essa tendência. Dentre as novidades que Galliano trouxe para a moda Homeless, estão as peças feitas de jornal dentre as roupas de tecido. O trend ja foi para passarela ainda mais duas vezes com Marc Jacobs e Balmain.
Cheias de atitude fashion as gêmeas provam todos os dias sua capacidade de transformar e criar. Deixa aqui nos comentários o que vocês acham de posts assim – esse foi retirado de um dos meus antigos blogs o grito fashion –

Existem duas coisas que me dão muito prazer: comer e conhecer novos lugares. A Vila Butantan não era nova nem para mim nem para o Erik (nosso primeiro encontro foi la) mas a nova estrutura do local me fez ter prazeres múltiplos com uma só experiencia.

O ambiente que encanta de longe é composto por 4 áreas e algumas vias que tem nomes de grandes cidades do mundo como: Nova York, Sidney, London e por assim vai. Uma das áreas que mais chamou minha atenção no Vila Butantan, foram esses cantinhos (que a seta aponta na imagem) é tipo um lounge onde voce pode ficar de buenas, curtindo uma sombra e toda estrutura é sustentável, a luminária é de papelão (sim!!) e fica dentro desses containers marítimos reciclados com o teto de graminha pra não esquentar muito.

“O conceito de reexperimentar a cidade e vivenciá-la de outra forma tem ganhado cada vez mais fãs. As pessoas têm passado a ocupar ambientes públicos e abertos para lazer e convivência, na contramão do tradicional conceito de Shopping Center, e espaços que apostam nessa pegada têm se multiplicado pela cidade.”

PRA COMER EM SP: CADILLAC BURGER!

Rodeado de grafites coloridos, inspira qualquer um a ser artista o Vila Butantan oferece um ambiente sustentável que incentiva o comercio de pequenas empresas independentes.

Outra área que merece relevância é o famoso bar LÁ EM CIMA , um rooftop com uma caminhonete de decoração, cheio de puffs e mesas que na verdade eram hélices de avião (pelo menos pareciam), bancos de tonel e drinks divertidos. O espaço é perfeito para curtir um sunset com os amigos ou até uma noite de verão.

Vila Butantan conta com quatro áreas – O rooftop , lounges, praça de alimentação e um park para food trucks!

A inspiração veio de fora. Espaços abertos que unem arte e cultura com gastronomia e serviços deram o tom da Vila, como o Re:START, na Nova Zelândia; Box Park; em Londres, Highline Park; em Nova Iorque, Village Underground; em Lisboa e o distrito artístico de Wynwood, em Miami. Esses lugares colocam em prática o ideal do lazer em comunidade, assim como a Vila Butantan.

No dia que fomos aproveitamos para conhecer o Vinil Burguer que tem uma proposta diferente. Você paga o mesmo preço por qualquer hambúrguer no caso 27,00 ou 21,00 para os veganos, e monta ele como quer o tipo de pão, o ponto da carne, condimentos tudinho. O espaço ainda conta com cervejas artesanais e batatas fritas apetitosíssimas. Para acompanhar esse rango incrível, experimente a pink lemonade, não lembro o nome , era um carrinho que ficava em outra área – a área dos foods trucks.

Falando em food truck, antes de toda essa proposta o espaço Vila Butanta foi um dos primeiros a investir em foods trucks como área de alimentação e convívio. Tudo mudou, menos o endereço. Coladinho com o metro butanta e margeada por uma ciclofaixa na Rua Agostinho Cantu, 47 – Butantã, São Paulo – SP fica aberto de Domingo, segunda-feira e terça-feira, das 10h às 20h; Quarta-feira, quinta-feira, sexta-feira e sábado, das 10h às 22h e tem uma programação variada com diversos eventos internos.

E ai quem mais ficou com água na boca para provar desse novo espaço na capital? Vale muito a pena! Se você já foi me conta o que achou e se ainda não foi me conta o que ficou mais curioso para provar!

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