/ fashion

Livros sempre fizeram parte da minha vida. Até uns anos atras era comum ler pelo menos um livro por mês, mesmo na escola quando ninguém achava “cool” ler, lá estava Xofanna com um, quando sofri bullying foram os livros que me salvaram (e assim conheci a Meg Cabot – autora do Diário da Princesa e me apaixonei ainda mais pelo universo Harry Potter). Com o passar dos anos fui trocando (de forma involuntária) páginas de papel por abas abertas no chrome. Cresci no escritório do meu avô cercada por seus papéis – foi inclusive ele quem me ensinou a desenhar – então para mim é muito difícil ler online, preciso ter o contato com o papel, tenho prazer em sentir seu perfume (as vezes entro em livrarias e quando ninguém esta olhando fico cheirando livros e isso talvez seja a coisa mais estranha sobre minha pessoa). Por isso uma das minhas metas de 2017 é voltar com minha rotina de leitura, sinto que mais do que nunca preciso retomar esse meu hábito, não só pela diversão mas para melhorar minha escrita aqui no blog. Separei 12 títulos que quero muito ler esse ano e convido vocês a lerem comigo.

Na lista temos livros de moda, romances, planners e biografias, bem variados em sua maioria mulheres como autoras (acho que apenas dois livros da lista foram escritos por homens). Vou “quebrar” o post aqui porque ficou longo por conta das sinopses, mas se você ficou curiosa é só clicar em – LER MAIS

 

E se você tem algum título para me indicar por favor deixe nos comentários e estou pensando seriamente em criar um clube do livro ou algo assim para discutirmos sobre os títulos. Deixe aqui nos comentários sugestões de autores e o que quiserem e não esqueçam de seguir o Caos no instagram e facebook.

 

Continue lendo →

Gi, tem 22 outonos, fez as malas e foi morar sozinha em outro pais. Paulista, adora descobrir novos lugares em São Paulo e criar listas com o namorado (que mora no Brasil) vegetariana, apaixonada por tudo que é lúdico, exótico, doce e colorido.

Impressionante como a moda pensa pouco na vida real. Legal essa idéia de uma moda mais consciente, pensando no impacto de uma moda mais artística vislumbrando um futuro mais criativo, mas onde fica a moda inclusiva? Não só pensar na rampa de acesso, mas no ato de vestir-se com autonomia. Uma moda realmente democrática que é o resultado de estilo suprindo as necessidades funcionais de pessoas com alguma deficiência.

“A moda é plural, abrangente, fluida, sendo assim, deve ser para todos, pois hoje sua principal característica é dar significado, identidade visual ao indivíduo em questão.” Incluir não significa fazer uma moda diferente, não é isso que falamos mas, ajustar as peças de forma ergonômica e confortável para quem usa.

A moda tem que ser democratica sempre.

Pessoas com deficiências físicas, motoras não são diferente psicologicamente falando da gente. Elas consomem blogs, revistas, elas querem o mesmo que nos! Imagina como se sentem desapontadas com esse desemparo de uma moda que tem pregado democracia, acessibilidade. Elas buscam pela moda uma outra forma de aceitação, assim como nos. Querem expressar individualidade e personalidade.

Na Europa e nos Estados Unidos o progresso é um pouco mais avançado, o desenvolvimento de linhas inclusivas com fechos de velcro e outras adaptações. Aqui no Brasil, além do pequeno número de empresas específicas que produzem moda para pessoas com algum tipo de deficiência, é muito difícil pesquisar marcas de moda inclusiva, pois a maioria não possui site ou divulgação de fácil acesso e nem todas produzem roupas fashionistas, a maioria é tudo muito básico.

Em 2009, a secretaria dos direitos da pessoa com deficiência do Estado de São Paulo criou um concurso chamado moda inclusiva, que une estudantes de cursos técnicos e universitários por todo o pais incentivando a criação de coleções capsulas, as melhores recebem suporte com o fornecimento de tecidos para confeccionar e participarem de um desfile de encerramento.

Estampa Pliss: Saia reta longa, Pantalona e Vestidinho inclusivo com abertura nos ombros que facilitam o vestir.

O 1º concurso contou com a parceria do Pensemoda e da empresa Vicunha. O Pensemoda é o grande acontecimento de discussão e filosofia de moda do país, e a Vicunha é uma indústria têxtil renomada fornecedora de grandes empresas brasileiras. A partir da 2ª edição o evento ganhou importantes apoiadores como a rede Globo, a Rede de Reabilitação Lucy Montoro e o Museu da Língua Portuguesa.

Para uma total inclusão é preciso pensar em conjunto. Atos que permitam essas pessoas se sentirem integradas com o mundo. Falamos de próteses, tecnologias, rampas mas também possibilidade de escolha. Lembre-se : Escolhas são privilégios nem todos têm (infelizmente). Entender a importância disso é dar a possibilidade de uma melhora na autonomia e, claro, escolher como as pessoas sem deficiência as vestimentas adequadas para cada ocasião. Modelos como Paola Antonini e projetos como Equal Moda vem mudando o olhar para essa questão.

Nunca participei de blogagens coletivas pelo simples fato de não me identificar com os temas propostos, até essa semana claro, quando a Liga sugeriu a idéia: Moda inclusiva!

Acredito que o assunto é pertinente e combina com nossa visão aqui do blog, de uma moda menos excludente. Conta para mim aqui nos comentários se você conhece alguma marca inclusiva e vamos montar uma lista?

 

LIGA BLOGSFERA

Gi, tem 22 outonos, fez as malas e foi morar sozinha em outro pais. Paulista, adora descobrir novos lugares em São Paulo e criar listas com o namorado (que mora no Brasil) vegetariana, apaixonada por tudo que é lúdico, exótico, doce e colorido.

O blog vai completar um ano e essa é a primeira vez que compartilho um look do dia e nada melhor que um mix de estampas para estreiar! Acho que o motivo para nunca ter feito algo parecido, é que toda vez que observo em outro blog, vejo composições previsíveis sem criatividade. Sei que se “moda é uma mensagem” nada de errado que essa mensagem seja batidinha e comum. Mas eu, Giovanna, penso que se você tem um espaço (blog, insta, canal) e resolveu falar de moda, procure outras vertentes, outros olhares. Mantenha sua essência, mas seja sempre GENUÍNA.

Tentando ser espontânea

Me inspiro sempre em looks que tenham personalidade, gosto de olhar uma proposta e reconhecer traços da pessoa. Nosso estilo sempre vai mudar, aquilo que a gente acha brega hoje, pode nos encantar amanhã. Nos rendemos aos fashionismos, sou assim também (embora hoje muito mais consciente do que consumo). é com esse pensamento que trago para vocês meu primeiro look do dia, carregado de personalidade e história, mostrando que para construir uma boa produção não precisamos comprar nada mais.

O sol star ganhei da Gaia e tem um edito verniz

O vestido xadrez de linho encontrei em uma das visitas ao closet da minha mãe. Ela comprou para usar no meu aniversário de 1 ano! Ou seja: Verocas tinha 23 aninhos quando usou esse vestido e euzinha hoje com 22 anos posso usar também.

Bacitos porque adorei o decote quadrado do vestido com a gola da camisa

Gosto da combinação de ambos e do mix de estampas, acho que criativo e sempre novo. Uma proposta mais arrojada e que todo mundo pode tentar! Vale usar com a saia xadrez, com a blusa de bolinha, não importa, o que vale é tentar né nom?

O ângulo horizontal que a camisa criou alongou meu pescoço, afinando meu rosto por tabela

Peço desculpas, ainda não estou acostumada com fotos de blogueira, mas prometo me empenhar em melhorar. Fotografamos na Galeria Melissa na Oscar Freire e foi muito divertido mas quem me acompanha no instagram (@caosarrumado) ja sabia né?

Gi, tem 22 outonos, fez as malas e foi morar sozinha em outro pais. Paulista, adora descobrir novos lugares em São Paulo e criar listas com o namorado (que mora no Brasil) vegetariana, apaixonada por tudo que é lúdico, exótico, doce e colorido.
Theme developed by Difluir - http://themes.difluir.com