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Primeiramente não confunda manga bufante com manga “flares” ! O que a caracteriza é esse volume todo finalizando com um elástico, como um balão. Fácil ?

Originárias do seculo XIX – Vitoriana. O que a principio era do guarda-roupa masculino, onde representavam poder e masculinidade favorecendo uma silhueta geométrica com ombros exageradamente largos com uma inspiração originaria da Turquia e do Oriente Médio: O dólmã, uma sobreveste solta como uma capa, tinha mangas feitas com as dobras dos próprios tecidos.

 

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Foi só em 1830 que ela se popularizou recebendo o nome em francês de manche gigot, que em português vai nos dar a “manga presunto” e foi nessa época que apareceu no armário feminino com seu ar mais romântico, rompendo um elo com a era neoclássico.

O Romantismo defendeu a liberação das emoções do homem em detrimento de todo racionalismo iluminista anterior, que limitava as emoções e a criatividade (fonte).

Românticas e contemporâneas as mangas bufantes são versáteis em qualquer ocasião.

As mangas bufantes podem ser bem versáteis e contemporâneas, elas me lembram muito o estilo Blair Waldorf, uma coisa meio lady like, girlie como preferir denominar.

Não gosto de pensar que na moda exista um tabu, mas existem pontos que podemos ter mais atenção buscando sempre a harmonia da composição. A palavra de ordem é equilíbrio! Observe bem o volume e tente mantem proporções. Isso não é uma regra, claro que não! Mas para quem tem medo de arriscar essa é uma boa dica.

As mangas bufantes podem aparecer de formas mais fluidas e leves dependendo da estação do ano e ficam bem com qualquer outra peça, depende da proposta e ocasião. Moda é arte e personalidade tudo é valido!

Foram muito comuns nos anos 70, então, aconselho dar um pulo em brechós ou no guarda-roupa da mãe, avó. Aproveita e compartilha o post com elas, já deixa a indireta de uma visita nada interessada.

 

 

Gi, tem 22 outonos, fez as malas e foi morar sozinha em outro pais. Paulista, adora descobrir novos lugares em São Paulo e criar listas com o namorado (que mora no Brasil) vegetariana, apaixonada por tudo que é lúdico, exótico, doce e colorido.

A estação mais quente do ano sempre nos reserva bons retornos, dessa vez a viseira ficou na nossa cabeça. Que não tenhamos preconceito em provar novos acessórios, ainda mais com essa pegada nostálgica que as viseiras tem. O retorno se deve a ascensão de um estilo mais esportivo e o retorno dos bonés como item fashionista (princesinhas de aba reta levantem a mão) de dois anos para cá.

A viseira nada mais é que um boné – só que só com a aba sendo vazado na parte do corpo cabeludo – isso é claro, sua função no inicio nada mais era que proteger os olhos da claridade solar só que sem esquentar a cabeça (to muito piadista hoje). O acessório provem do armário masculino e não sei (mas se você souber me diga) quem foi a pioneira que tirou do boy e se atirou lá pelos verões de 1960 onde o item se popularizou nos Estados Unidos.

Repaginada a viseira vem dominando a cabeça das fashionistas com diversos estilos.

Alem de ajudar na hora de elaborar looks de verão onde menos é fundamental porque não queremos morrer de calor, o item trás muita personalidade a composições simples como um biquíni e um maio, tendo um maior impacto visual alem de mega estiloso.

Com uma releitura mais fashionista cheias de estampas e cores ganhou o coração de famosas e principalmente da Rihanna que adotou o item e tem dado várias lições de como combinar.

Meus preferidos são com aba plástica, o ar dos anos 80 meio futurístico combinam muito mais com meu estilo mais arrojado e justamente não se engane que viseira é um acessório só de praia, como sempre falamos – toda peça é versátil, precisamos só usar a criatividade e observar o potencial de cada uma.

+ MONOCROMATICA 

A blogueira Mica optou por uma viseira fosca com uma pegada descolada junto com o óculos e a corrente de prata. A calça e a bota alongaram e a camisa amarrada na cintura deu mais movimento e um ar informal, no maior estilo esporte chic.

 

+ ROCK GLAMOUR 

Sou contra rotular estilos, ainda mais quando falamos de moda rotular é meio que limitar, mas não consegui pensar em um título melhor para essa composição que tomou meu coração. A regata de malha contrasta com o colar e as pulseiras de prata, assim como a calça meio bóxer de couro (esperamos que fake) com elásticos na cintura. Bem urbana, mostra que como boas peças básicas bem coordenadas podem transformar um look. A viseira deu ar mais ousado para o look. Amei? AMEI MUITO.

 

+ RIHANNA RAINHA 

Mais uma prova que básicos tem toda graça se bem coordenados. A blusa de malha com pegada trash e o jeans overside rasgadinho cintura baixa com a pegada podrinho, ganham outro ar com a viseira que como acessório da uma idéia de mais arrumadinho, alem do contraste de dois estilos que eu amo tanto.


A gente adora uma releitura, dar vida a peças mais antigas mas confesso que assim como as pochetes eu torcia o nariz (particularmente xofanna falando), mas a gente paga com a língua, seja pelo excesso de vezes que vemos e acabamos gostando ou por que a gente amadurece e entende que toda peça tem potencial só precisamos explorar e descobrir uma forma que ela represente nosso estilo individual.

Gi, tem 22 outonos, fez as malas e foi morar sozinha em outro pais. Paulista, adora descobrir novos lugares em São Paulo e criar listas com o namorado (que mora no Brasil) vegetariana, apaixonada por tudo que é lúdico, exótico, doce e colorido.
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