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Mês passado fui conhecer Chez Oscar, um restaurante com diversos ambientes integrados: loja de livros e vinis na parte de baixo, um bar secreto acima, e tudo isso e comida boa com preço justo.

Não lembro ao certo a frase de pegando fogo que ele compara um burguer king com o restaurante que trabalha, mas basicamente diz, que a grande diferença entre eles não é apenas a comida, mas a experiencia, o momento a sensação.

 

Em fast food vamos sabendo exatamente o que queremos, de forma padrão. Nesses locais vivenciamos a gastronomia, pelo ambiente e paladar.

Não sou nenhuma crítica, nem cozinhar direito eu sei. Também não entenda isso como prepotência ou soberba da minha parte mas, eu prefiro ficar 3 semanas sem sair para comer um McDonalds para na quarta ter o prazer de conhecer lugares como Chez, que nos inspiram em todos os sentidos.

tem gente que faz bem pra gente. tem gente que inspira a gente. tem gente que ilumina a gente. e tem vocês <3 tudo isso e mais um pouco!

Un post condiviso da XOFANNA // CAOSARRUMADO.COM (@caosarrumado) in data:

O AMBIENTE

Como já disse: é composto por três espaços. O térreo fica um café mais loja de vinis e livros. O segundo fica o restaurante com duas alas. Uma interna e uma sacada. Já a terceira área é um bar na parte superior de uma vista inigualável e mais uma bela sacada de desfrute.

A decoração do Chez tende a um estilo escandinavo, o ambiente é composto por mesas rústicas, velas, plantas e uma luz calorosa e acolhedora.

 

SAINT DECOR CAFÉ BISTRÔ UM PEDACINHO DE PARIS EM SÃO PAULO

 

A COMIDA

Com um cardápio recheado de opções fica complicado decidir. O buffet conta com massas, carnes, saladas e sobremesas. Na noite que fui com meus amigos, provei minha pasta favorita na versão deles: ravióli de espinafre com molho de gorgonzola e amêndoas torradas. Me surpreendi com o sabor, achei muito bom mesmo, só a massa que veio al dente (aprendi lá na Itália que ravióli tem que ser molinho).

De sobremesa Bianca (a moça mega gentil que nós serviu aquela noite) sugeriu o bolo de chocolate 70% cacau com sorvete. A porção é um deleite e 3 pessoas deslocaram fervorosamente sem passar vontade.

O VALOR

O valor médio por pessoa depende do que você pede claro. No meu caso alouca das massas e vegetariana custa 60/70 reais a noite. Incluindo uma massa, Gênova, sobremesa e um dos melhores atendimentos.

Isso é outro ponto a comentar. Desde a recepção a cozinha todos são extremamente prestativos e solicitou completando a experiência do Chez Oscar.

ONDE FICA

Da para ir de metro ou de carro. O espaço conta com um estacionamento com manobrista.

Localizado na Oscar Freire numero 1128. O grupo ainda conta com mais duas casas. O bar secreto é o Chez Mis.

 

Esse é um dos lugares que mais gostei de conhecer e quero muito voltar em breve. Com comida boa, ambiente agradável e preço justo, Chez Oscar satisfaz e muito nossas expectativas, vale a visita!

Gi, tem 22 outonos, fez as malas e foi morar sozinha em outro pais. Paulista, adora descobrir novos lugares em São Paulo e criar listas com o namorado (que mora no Brasil) vegetariana, apaixonada por tudo que é lúdico, exótico, doce e colorido.

A gente sabe que o ano esta acabando quando começa a temporada de textão e retrospectivas do Best Nine no facebook e instagram. E imagina só que legal juntar os dois? As nove fotos mais curtidas do meu feed, representam bem como foi meu ano com algumas coisas acabei não compartilhando por aqui (aquela pausa dramática que não sabia o que queria lembram?).

O best nine é um aplicativo que seleciona as 9 melhores fotos do seu ano!

 

  1. Tenho um carinho eterno por ela, foi a última foto antes de viajar para a Itália em Setembro de 2015 e também foi minha despedida das casas de aluguel. Sempre foi o sonho da minha Mames ter o cantinho próprio, e esse ano ela realizou! Sei que “lar” não é algo material mas um estado de espirito, porem é bom me saber que esse sera meu lar para sempre, por que esta ficando do jeitinho que sonhamos.
  2. Foi no aniversário de 2 anos da Valen, dois dias depois que cheguei da Itália. Foi meu retorno para o Brasil. A Giovanna desta foto é completamente diversa da Giovanna que foi. A primavera me trouxe confiança, amor próprio e paciência, apesar de tudo isso, a auto estima é um trabalho constante e preciso estar sempre de vigia para não me subestimar e comparar.
  3. Essa fotinho foi em Assis! Um dos meus lugares favoritos na Itália. Não me considero católica, e nem acredito muito em santos, mas eu sempre adorei São Francisco, talvez por ter estudado em escola Franciscana a vida toda ou por toda história dele! Minha mãe é devota e todo ano vamos agradecer, mas esse foi o primeiro que exploramos todo povoado e castelo. Emocionante é a palavra que descreve.
  4. Sul da Itália. Nunca vi mar tão lindo como esses. A Costa Amalfitana é um espetáculo de beleza natural, cercada por esses penhascos monumentais e banhada por esse mar límpido, carrega uma herança gigantesca diversa da Itália que conhecia. Colonizada por Gregos, Espanhóis e Britânicos é rica e multicultural. Além de me sentir bem ryca lá, desfrutei de dias de rainha.
  5. Cesenatico. O lugar que pretendo um dia morar (e também predileto do Erik), projetado por Leonardo Da Vinci (sim!) é cosmopolita sem perder a essencia da costa norte Italiana. Ela representa também a chegada do Molico, essa foto foi tirada dois dias depois.
  6. Pompeia! Sou uma amante de ruinas, por isso o pais que me abriga sempre que saiu do Brasil é quase que um sonho. Era um sonho meu desde a época do colégio quando aprendia sobre a história da humanidade. Se me surpreendi? MUITO! E um daqueles lugares que todo mundo devia conhecer.
  7. Roma, Basílica Sant’Andrea della Valle. Pra muita gente a Basílica de São Pedro no Vaticano é a mais bonita, para mim não, de longe a Santo André ganha. Rica em detalhes, por fora muito simples e humilde, dentro revestida de ouro, afrescos, vitral e pinturas mais antigas que nossos antepassados. Um lugar que me trouxe paz.
  8. Positano. No sul da Itália ainda (viu como é lindo?) mostra um pouco da geografia e das cores que encantam os olhos dos turistas como eu. Vivida, transborda energia e boas vibrações. Falta muito para o próximo verão?
  9. Batom Alice. Cacei esse batom tudo por conta da embalagem, não tem nem o que falar a linha toda era lindíssima, (mas muito cara também!) a cor é bem mais ou menos, porém o esse exterior todo em veludinho com brilho. Pra guardar pra sempre!

 

Queria que tivesse aparecido qualquer coisa do Cercal o curso que me formei e sobre a Infiorata, mas tudo bem, achei legal relembrar meus best nine moments . 2016 foi um ano complicado, com muitos desastres, cheios de altos e baixos bem louco. Porém pra mim foi um ano de grandes experiencias e aprendizagem. Obrigada 2016 você vai tarde, mas deixou boas coisas <3 E se você já ainda não criou seu Best Nine, clica no site e deixa o link aqui nos comentários.

Gi, tem 22 outonos, fez as malas e foi morar sozinha em outro pais. Paulista, adora descobrir novos lugares em São Paulo e criar listas com o namorado (que mora no Brasil) vegetariana, apaixonada por tudo que é lúdico, exótico, doce e colorido.

É difícil querer falar de Londres sem pensar em mil e um motivos  que fazem com que a cidade seja uma das mais famosas da Europa. Seja por seus monumentos históricos, seus pontos turísticos, ou até mesmo pelo seu sotaque britânico carregado, a capital da Inglaterra arranca suspiros e fica eternizada no coração de quem a conhece por seu charme incomparável.

Londres é uma metrópole que consegue unir o conceito de clássico e moderno perfeitamente.  É extremamente normal encontrar pela cidade, por exemplo, igrejas de séculos atrás dividindo a calçada com prédios sinuosos e ultratecnológicos. E, em cada esquina, uma cabine telefônica vermelha para eternizar a foto turística mais famosa do mundo – com direito a Big Ben atrás e tudo!

Tive o prazer de passar pouco mais de dez dias na terra da rainha para não querer voltar nunca mais para o Brasil: lá as coisas funcionam. O primeiro grande sinal de “não estou em terras brasileiras” foi a falta de trânsito e das buzinas dos carros. O transporte público é amplo e abrange a cidade toda, fazendo com que os britânicos optem pelo metrô ao invés do automóvel. E, mesmo na hora do rush, não há nenhum “empurra-empurra” que nós, paulistanos, lidamos diariamente. Muito pelo contrário, a educação fica em primeiro lugar e qualquer toque mais grosseiro já é motivo de ouvir um “sorry” sem jeito e às pressas. Keep Calm e tenha educação!

Além da classe, os pontos turísticos são um capítulo a parte. O famoso Big Ben realmente merece toda a fama que tem: é de espantar qualquer um por sua grandiosidade e pelos detalhes. Posso afirmar que nenhum postal que vi na vida já conseguiu traduzir o que é essa obra prima pessoalmente. E é claro, nada mais londrino que ouvir as badaladas pontuais dos sinos a cada 15 minutos. Na outra margem do Tâmisa, rio que corta a cidade, há a London Eye: uma enorme roda gigante que foi construída em comemoração à virada do milênio e que hoje serve para nos privilegiar com uma vista panorâmica incrível.

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Londres é uma cidade histórica, que transborda conhecimento em suas ruas e museus (todos gratuitos, diga-se por sinal). Você passa a presenciar aquilo que aprendeu nos livros ou viu em filmes, e não há sensação melhor no mundo que do sentir-se parte da história. Em pouco mais de meia hora de caminhada, por exemplo, é possível conhecer o Big Ben, a London Eye, a Tower Bridge, a Igreja de St. Pauls – onde a princesa Diana casou-se – e, de quebra, o teatro que teve importância fundamental na vida de Shakespeare. Programa para nenhum intelectual colocar defeito.

Agora, se sua praia é compras e badalação, a cidade conta com ruas que nunca dormem como a Piccadilly Circus e a Oxford Street, ambas concentram grandes painéis de luzes e lojas intermináveis, lotadas de turistas do mundo inteiro – quase uma Times Square na terra da rainha. Lá também encontramos artistas de ruas, pubs e uma vida noturna que faz com que questionemos a seriedade dos ingleses. E, se ainda sobrar fôlego depois de uma noite de badalação, dê uma corrida até o Palácio de Buckingham pela manhã para se sentir oficialmente parte da realeza: príncipe por um dia, aí vou eu!

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Além de todas as atrações imperdíveis, outro ponto que chama a atenção na cidade é a qualidade de vida. Lembro-me que, certa vez ao andar pelas ruas pela manhã, me surpreendi ao trombar um grupo de crianças que seguiam para a escola desacompanhadas de qualquer adulto: todas engravatadas e com mochilas nas costas. Nada de celular na mão ou roupas do dia-a-dia. Esse mero detalhe fez com que eu refletisse sobre o grande contraste que o Brasil e a Europa possuem quando o assunto é educação. Para um país se desenvolver, é necessário preparar a futura geração, educando-a com excelência, atitude que infelizmente está em falta na política brasileira. Outro fato curioso que presenciei ocorreu em um dos principais museus que visitei: os próprios pais explicavam aos filhos os significados de quadros e esculturas. Não havia a necessidade de um guia ou de um tutor especializado no assunto, não em uma nação que valoriza tanto a educação.

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Que Londres é conhecida por ser inusitada, não é novidade. Porém, nenhum bairro traduz esse conceito tão bem como Camden Town: é lá que você conhecerá um mundo de possibilidades, aromas e sensações.

Camden é uma terra sem lei que abriga os indivíduos mais diferentes que possivelmente você vai conhecer. O bairro resume-se a um grande mercado alternativo, onde é possível encontrar qualquer coisa que se imagina. Suas lojas, excêntricas, variam desde estúdios de tatuagens, sex shops futuristas, pubs tradicionais, boates históricas, até restaurantes familiares e bazares “comuns”. Além de ser um ótimo lugar para compras (bem mais barato que a Oxford Street, diga-se), o bairro conta com a gastronomia do mundo inteiro, a preço que cabe no bolso de qualquer mochileiro. Pelas minhas andanças por Camden, encontrei uma barraca brasileira e provei uma feijoada tipicamente brasileira, olhem só!

Mesmo sendo excêntrica, Camden prova que a diversidade e o respeito podem sim andar juntos. Nas suas ruas, todas as tribos se encontram e fazem do local um polo multicultural na terra da rainha. O local transpira cultura e atiça a curiosidade nos turistas que passam por esse marco colorido nas ruas cinzentas de Londres. É impossível andar pelas ruas e não ouvir The Beatles, Elvis, ou o ruivo Ed Sheeran como música ambiente. Só pra ter uma ideia da importância cultural do distrito, Amy Winehouse e Morissey, dos The Smiths, usaram Camden como lar por muitos anos. Acredite, lá o estranho é você!

Com direito a tudo que um país pode oferecer, Londres é um destino para quem deseja voltar para casa com uma bagagem cultural gigantesca. É destino para fãs de cinema, moda, literatura, história e boa música. Fica a dica e boa viagem!

Colecionador de carimbos no passaporte, amante da história em segredo. Fotografia, viagens, café, e um monte de chaveiro na mochila.
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