CURITIBA : PODIA TER SIDO UM FILME DE COMEDIA (ou terror)

Nos ultimos dias de outubro, minha mãe me surpreendeu. No domingo dia 22 de outubro, as 17 horas, ela perguntou se eu e o Erik poderíamos levar uma encomenda, do meu padrasto para o hotel de um cliente.

O detalhe é: o hotel do cliente ficava em Curitiba.

Na euforia da aventura eu e o Erik tomamos de cara, conferimos o trajeto pelo google, pegamos o carro e lá fomos nós.

A ideia era fazer o caminho em 5 horas.

Era 18:00 horas e tínhamos entrado na Estrada, passávamos pelo pedágio, quando o guarda nos informou que a Serra do cafezal estava com transito.

Resumindo, ficamos das 19 até 00:10 parados na Serra. Com o carro desligado.

Quando começamos a andar, para nossa sorte, iniciou uma tempestade.

Agora imagina, uma Serra de fila simples, cheia de caminhões, alta velocidade e muita chuva, mas muita chuva.

Decidimos parar em um restaurante para comer e  ver se a chuva dava uma trégua.

Pedimos uma coca um café e qualquer lanche. O salão lotado. A luz acabou.

Foi coisa rápida, mas o suficiente para resolvermos o que faríamos.

A chuva não melhorou, na verdade só piorou.

Decidimos que precisávamos parar para dormir. Que era o necessário, não tínhamos condições de continuar.

02:30 da manhã, encontramos na cidade vizinha um restaurante hotel.

Paramos, assim como todo mundo.

Logo, não tinha quarto livre. Acabamos dormindo no carro.

Antes do sol nascer, as 5 horas da manhã, já estávamos na Estrada.

E via simples sinuosa, cheia de curvas era de dar medo. Atenção é tensão.

Chegamos em Curitiba finalmente as 8 da manhã.

Entregamos a encomenda e fomos tomar café.

Encontramos um café chamado Bocca Lupo.

Não era só o nome em Italiano, mas as pastas e cafés, a decoração era industrial, mas muito aconchegante.

Bocca Lupo quer dizer, na boca do Lobo. E é uma forma de desejar sorte.

+ PASSEIOS

Falando sobre as atividades que fizemos.

Era uma segubdasegunda-feira, é infelizmente tudo estava fechado. Eu tinha feito uma lista: a Opera, o Museu, a Torre da Oi… tudo fechado.

Apenas o Jardim Botânico estava aberto.

Apesar de ser a última opção, ainda bem que conseguimos aproveitar.

Que lugar lindo! O tempo não ajudou, mas isso era de menos.

Queria ter ficado mais é aproveitado, porém a chuva não deixou.

Resolvemos comer em uma “piadineria” na rua 24hrs, que foi uma porcaria. Decepcionante.

Assim quando foi 14horas, pegamos o carro para voltar a São Paulo.

Dormi metade do caminho. E foi basicamente isso.

Eu precisava compartilhar com vocês, deixar registrado nesse mundo online o desastre que foi.

Mas ao mesmo tempo, hoje sou risada da viagem. E sei que é uma das melhores histórias que posso contar.

Qual foi a sua pior melhor viagem? Compartilha nos comentários

Minha mãe sempre disse “Xofanna pare de inventar moda!” – Pois é, que bom que nunca escutei.

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2 COMENTÁRIOS

VANESSA BRUNT 14/11/2017 at 18:22

Caramba! Quantos muros surgidos. Mas você soube observar as belezas dos arredores e lembrar de quem estava do seu lado. Essas singelezas são os pontos mais válidos, não é? Acho que a pior viagem que eu tive foi totalmente por minha culpa que, por imaturidade da época, não soube curtir muito o lugar por ter ficado emburrada por mesquinharias da época. A diferença acaba sempre estando em nós.

http://www.semquases.com

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GI FIALHO 15/11/2017 at 20:42

Van, eu também já estraguei viagem por egoismo.
Tudo bem, que bom a gente melhora né?

Eu dei sorte de estar com o Erik, e isso tornou tudo melhor.

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